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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Sempre a superar-se



Alguém explica a este senhor o que é viver num estado de direito?
Alguém lhe explica o que é o respeito pelas instituições?
Alguém lhe explica que ele não tem moral para pedir bom senso?
Alguém lhe explica o que é respeitar um povo?

.. pronto, alguém lhe explica como se faz para ficar calado?

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Eu sou muito limitada

Então:
O Tribunal da Relação de Lisboa decidiu nesta quinta-feira manter a decisão do Tribunal Cível de Lisboa que impede a candidatura de Fernando Seara ao município de Lisboa nas próximas eleições autárquicas agendadas para 29 de Setembro.

Mas:
Contra algumas sentenças judiciais já proferidas, sobre a limitação de mandatos autárquicos, o vice-presidente do PSD, Marco António Costa, diz existir um “consenso político nacional, na interpretação da lei”. Na óptica do PSD, não há impedimento à candidatura de Luís Filipe Menezes, no Porto, de Fernando Seara, em Lisboa, bem como de outros autarcas que atingiram os três mandatos consecutivos, mas pretendem continuar em funções apresentando-se, de novo a votos, para a liderança de concelhos vizinhos.

Portanto:
Apesar de o Tribunal da Relação ter rejeitado o recurso para se candidatar, Fernando Seara apresenta, já esta sexta-feira, a sua candidatura à Câmara de Lisboa, durante uma conferência de imprensa, no Padrão dos Descobrimentos.


Devia ter estudado Direito para tentar perceber para que servem os tribunais em Portugal..

terça-feira, 11 de junho de 2013

O Governo recorre e não marca nova data. O futuro de milhares de jovens aguarda pacientemente.

Professores sem serviços mínimos no primeiro exame do secundário, decide colégio arbitral


Goradas expectativas de Passos Coelho e de Nuno Crato. Exame de Português poderá ser adiado. Colégio arbitral sugere dia 20.

Na próxima segunda-feira, dia do exame de Português do 12.º ano e de greve geral dos professores, não serão decretados serviços mínimos que permitam assegurar a realização da prova.

Esta foi a decisão do colégio arbitral, confirmou ao PÚBLICO o líder da Federação nacional da Educação, João Dias da Silva.
 
Não existindo serviços mínimos, o Ministério da Educação terá de adiar o exame para outra data, de forma a que a prova decorra dentro da normalidade.


in Público Online

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Alegria no trabalho

“Dizia Bismark que frequentemente um homem aprende com os seus próprios erros. Continuava Bismark, um homem sábio aprende com os erros dos outros. Reconheço que não estou nesta posição e tenho consequentemente amplo material para aprender com os meus próprios erros”, afirmou Vítor Gaspar, provocando risos nas bancadas mais à esquerda do hemiciclo.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

E o Cavaco faz o quê?

Manuela Ferreira Leite diz que o Governo devia aproveitar a decisão do Tribunal Constitucional para mudar de rumo. Em entrevista à TVI24, a antiga presidente do PSD, diz que o Governo reagiu com dramatismo e teatralização ao chumbo de 4 normas do Orçamento para este ano.

«Talvez ingenuamente, mas genuinamente, fiquei convicta que tinha saído a sorte grande ao Governo, com o chumbo, porque retirava a pressão de mais mil e trezentos milhões de euros nos cortes das despesas públicas e nas receitas que eram cobradas. Achei que isso era uma ajuda, que seria um bom pretexto», referiu.

Quanto aos anunciados cortes de 4 mil milhões de euros na despesa do Estado, a ex-líder do PSD foi mordaz: «Não estou preocupada, porque acho que não são exequíveis e não vão ser executados. Não vejo possibilidade, a menos que nós tivéssemos todos decidido fazer um haraquiri coletivo. Como acho que ninguém decidiu isso, não acho possível fazer uma coisa dessas».

Ferreira Leite refere, ainda, que «se houver necessidade de um segundo resgate é porque já havia essa necessidade, não é por causa disto agora», refere ainda sobre o chumbo do Tribunal Constitucional. «Este valor que está em causa representa pouco mais de 1% de toda a despesa pública. Se lhe disserem em sua casa que precisa de reduzir a despesa em 1% acha que vai desabar o mundo lá em sua casa? Qualquer um de nós é capaz de reduzir a despesa em 1%», frisou.

«Há aqui um dramatismo, uma teatralização. Acho que se há coisa má que pode ser feita às pessoas neste momento é assustá-las», lamentou Manuela Ferreira Leite».

 
 
 
Só podemos estar a viver tempos muitos maus, quando me vejo obrigada a concordar com o que diz uma Manuela Ferreira Leite. Mas não deixa de ser curioso tanto discernimento no momento em que (já) não está no governo.. digo eu, que não percebo nada disto.

terça-feira, 19 de março de 2013

A realidade supera, mais uma vez, a ficção

Venezuela
Maduro sugere que Chávez influenciou escolha do papa

por Lusa, publicado por Ricardo Simões Ferreira

"Sabemos que o nosso comandante está de pé e face a face com Cristo", disse Maduro, espoletando um coro de gargalhadas durante uma iniciativa política, e apenas oito dias após a morte de Chávez, que se manteve 14 anos no poder.

"Algo deve tido influência para que um papa sul-americano fosse nomeado. Alguma nova mão aproximou-se de Cristo, e disse: Chegou o tempo da América do Sul. Isso é o que penso", declarou o sucessor de Chávez, que concorre pelo partido no poder às presidenciais de abril.

"Um destes dias vai convocar um congresso constitucional no céu para alterar a igreja no mundo e para que o povo, o único povo puro de Cristo, governe este mundo", sugeriu, numa nova referência ao ex-chefe de Estado.


in DN Globo Online

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

E quando o homem só queria ir às aulas..

Foi ao som de gritos de “demissão!” e “para os bancos só milhões, para o ensino só tostões!” e apupos de dezenas de alunos que o ministro Miguel Relvas foi recebido nesta terça-feira à tarde no ISCTE, em Lisboa.
No auditório onde Miguel Relvas deveria encerrar a conferência sobre o futuro do jornalismo, organizada pela TVI para assinalar os 20 anos da estação, cerca de uma centena de alunos levantou-se assim que o ministro entrou na sala e fez um barulho ensurdecedor, empunhando cartazes e uma enorme faixa que não se tinham ainda visto. “Bolsas sim, propinas não! Este Governo não tem educação!”, gritou-se repetidamente. Quando os gritos acalmaram, ouviu-se uma pergunta: “Vieste às aulas hoje?”.

in Público Online

Na liberdade do "'Tá calada!"

Mais um protesto, mais uma interpretação de “Grândola Vila Morena”. Desta vez, Miguel Relvas decidiu acompanhar a canção de Zeca Afonso e deu origem a uma imagem que figurará para sempre ao lado de fenómenos tão inusitados como o do porco a nadar de bicicleta. A interpretação de Relvas também lhe valeu uma equivalência imediata a vencedor do festival da Eurovisão, com 12 pontos do júri do Azerbaijão reunido no quartel dos bombeiros voluntários de Baku. MB

in Inimigo Público

terça-feira, 9 de outubro de 2012

YALE, CAMPO DE OURIQUE

«Quando o Governo subiu o IVA de 13 para 23% na restauração, António, temendo as consequências da subida de preços no seu pequeno restaurante de Campo de Ourique, resolveu encaixar ele o aumento... sem o repercutir no preço das refeições. Aguentou até poder, mas mesmo assim a clientela começou a baixar lentamente: parte dela, que lhe assegurava umas trinta refeições ao almoço e metade disso ao jantar, era composta por funcionários públicos, que trabalhavam ali ao lado e cujos salários e subsídios tinham diminuído, com a medida destinada a satisfazer as condições do "ajustamento" da economia.

Quando reparou que Bernardo, um cliente fiel e diário, tinha passado a frequentar os seus almoços apenas três vezes por semana, António tomou aquilo como sinal dos tempos que ai vinham: sem outra alternativa, despediu a ajudante de cozinha, ficando apenas ele e a mulher no serviço de balcão e mesas e, lá dentro, um cozinheiro sem ajudante. Mas a seguir notou que também Carolina e Deolinda, que vinham almoçar umas três vezes por semana, agora vinham apenas uma e pouco mais comiam do que saladas ou ovos mexidos. Em desespero, teve de subir os preços e Eduardo, um reformado cuja pensão tinha diminuído, desapareceu de vez. Foi forçado a cortar drasticamente nas compras a Francisco, o seu fornecedor de peixe, e a atrasar-lhe os pagamentos: com cinco outros restaurantes, seus clientes, na mesma situação, Francisco viu o seu lucro reduzido a zero e optou por fechar a sua pequena empresa e inscrever-se no Fundo de Desemprego.

Mais tarde, quando Gaspar, o ministro das Finanças, anunciou mais um aumento do IRS e declarou que o "ajustamento" não se faria através do consumo interno, também Bernardo desapareceu para sempre e, depois de três meses sentado na sala vazia, dando voltas a cabeça com a mulher e tendo ambos concluído que já era tarde para emigrarem, António tomou a decisão mais triste da sua vida, encerrando o restaurante Esperança de Campo de Ourique e indo os dois engrossar também o rol dos desempregados a conta do Estado.

Apesar de ter gasto parte, agora importante, das suas poupanças de anos a anunciar o trespasse, António não conseguiu que ninguém lhe ficasse com o estabelecimento e não lhe restou alternativa senão entrega-lo ao senhorio Henrique, para não ter de pagar mais rendas. Quando desabou, demolidor, o novo aumento do IMI, já Henrique tinha desistido de conseguir alugar o espaço ou mesmo vender o imóvel: não pagou e deixou que as Finanças lhe levassem o prédio.

Assim se concluiu, neste pequeno microcosmos económico de Campo de Ourique, o processo de "ajustamento" da economia portuguesa: vários trabalhadores reconvertidos a marmita, cinco outros desempregados, duas pequenas empresas encerradas e um senhorio desprovido da sua propriedade.

Nessa altura, Gaspar, Rufus e Selassie deram-se conta, com espanto, de várias coisas que não vinham nos livros: que, apesar de aumentarem sistematicamente a carga fiscal, podia acontecer que a receita do Estado diminuísse; que os sacrifícios sem sentido implicavam mais recessão e a recessão custava mais caro ao Estado, sob a forma de mais subsídios de desemprego a pagar; que uma e outra coisa juntas não tinham permitido, ao contrário das suas previsões, diminuir o défice ou a dívida do Estado; e que o que mantinha o país a funcionar não eram as grandes empresas e grupos económicos protegidos, nem sequer os 7% de empresas exportadoras, mas sim os 93% de empresas dirigidas ao mercado interno, que respondiam pela esmagadora maioria dos empregos e atendiam as necessidades da vida corrente das pessoas comuns.

E, passeando melancolicamente nos jardins de Yale, numa chuvosa manhã de Thanksgiving, Rufus e Selassie deram com um velho cartaz colado a uma parede, desde os tempos da primeira campanha eleitoral de Bill Clinton: "É a economia, estúpidos!"»


 Miguel Sousa Tavares (in Expresso, 29/9/2012)

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Senso e sensibilidade

Ao primeiro dia de serem postas em prática as alterações ao tráfego na rotunda do Marquês do Pombal, as alterações tiveram de ser alteradas. António, sabes o que é uma dica?

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Ao mais alto nível [enxadazinhas e beijinhos]



Eu não vejo mal nenhum em que o primeiro-ministro de um país, democraticamente eleito por um povo civilizado, se dirija a alguém que se lhe queixa de estar desempregado sem oportunidades de inverter essa situação e lhe diga que uma enxada também lhe fazia bem [parece que a senhora começa por lhe dizer que ele, Passos, precisava era de juntar a malta dele e pegar numas enxadas]. O que eu acho grave é que o primeiro-ministro do nosso país diga a esse alguém que gostava muito de lhe oferecer uma enxada mas não pode! É a prova provada de que este governo está a fazer tudo para cortar na despesa!

Há não muito tempo dizia este mesmo primeiro-ministro que o estar desempregado tem de ser visto como uma oportunidade. Toda a gente ficou ofendida mas, bem vistas as coisas, não lhe falta coerência e, benesse nossa, o primeiro-ministro de Portugal não só nos apresenta novas definições e conceitos [elevando assim o nível linguístico das nossas conversa de café], como ainda nos aponta o caminho. Se não tens emprego há algum tempo, pega na enxada e vai cavar umas batatinhas. Passas a ter jantar, passas a ter cansaço [para ajudar a dormir] e não andas a chatear quem quer realmente trabalhar [como o primeiro-minitro de Portugal].

Outra informação preciosa que o Passos partilhou connosco e ninguém quis ouvir foi quando disse aos professores para aproveitarem os PALOP e irem dar aulas para lá [só não me lembro se lhes disse para manterem a residência fiscal cá..] e agora o que é que temos? O ministro da educação a dizer que não pode dar emprego a todos! E vão dizer que o Passos não avisou? Vão dizer que não apontou novas oportunidades?

À parte de tudo isto, se dúvidas houvesse, a prova irrefutável de que escolhemos a pessoa certa para o cargo é que, não só ele consegue dizer tudo isto repetida e muito calmamente (anda a ter aulas com o Gaspar na certa!), como lhe aplica o portuguesismo máximo do diminutivo. Nós não merecemos um governante tão bom.

domingo, 9 de setembro de 2012

Ao menos o Sócrates anunciava que tinha morrido a família toda para depois dizer "Afinal foi só a tua mãe, pá!". O Passos começa com o canário..

Austeridade
Jornal de Negócios diz que perda de salários pode ser maior
08.09.2012 - 21:21 Por PÚBLICO

Afinal os cortes anunciados na sexta-feira pelo primeiro-ministro podem representar a perda de até dois salários líquidos para os privados e de até três para os funcionários públicos, de acordo com as contas feitas pelo Jornal de Negócios. O Ministério das Finanças disse ao PÚBLICO que se trata de um "mero exercício especulativo", desmentindo as conclusões.

Na sexta-feira, o primeiro-ministro anunciou o aumento da contribuição dos trabalhadores para a Segurança Social, que passará dos actuais 11% para 18%. Na prática, segundo o Governo, os trabalhadores do sector privado perdem o equivalente a um dos subsídios. Já os trabalhadores do sector público perdem automaticamente um dos subsídios e ainda descontam mais 7 pontos percentuais para a Segurança Social, pelo que na prática perdem o equivalente aos dois subsídios que lhes tinham sido cortados este ano. Para os pensionistas e reformados, o corte dos subsídios de Natal e de férias mantém-se.

As contas do mesmo jornal indicam que todos os funcionários, seja do sector público ou privado, vão ter em 2013 um corte no vencimento que será superior à perda de um dos subsídios. Os funcionários públicos perdem um dos subsídios e vão ver o que resta distribuído pelos 12 meses de vencimento, mas como passam a descontar 18% para a Segurança Social perdem na prática esse valor diluído nos 12 meses. O problema é que em termos de IRS o facto de ao longo dos 12 meses receberem mais pode fazer com que mudem de escalão de IRS.

Na declaração que fez ao país, o primeiro-ministro não esclareceu que o aumento do desconto para a Segurança Social é calculado com base no salário bruto mas descontado no salário líquido. Assim, quanto mais alto é o salário, maior é a percentagem que se retira ao valor bruto.


in Público Online

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

E se esperarmos um bocadinho, anuncia também a vida humana em Marte [a dele, espera-se!]

Passos anuncia o fim da recessão em 2013
14.08.2012 - 21:50 Por Leonete Botelho

Foi o próprio que marcou essa diferença: se há um ano estávamos a entrar na grande depressão, como mostrou a realidade que contradisse as previsões, este ano estamos a começar o percurso da retoma. Pedro Passos Coelho nunca usou a palavra, foi até bastante cauteloso, mas deixou clara a mensagem. “Estamos mais próximos de vencer a crise e voltar uma das páginas mais negras da história da nossa pátria.” Mais: “2013 será o ano da inversão na actividade económica.” Ou ainda: “2013 será o ano da estabilização económica e preparação da recuperação.”


in Público Online

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Histórias da (nossa) democracia

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Mas Portugal está nas meias-finais!

O Ministério da Educação e Ciência recebeu uma denúncia anónima sobre o exame de Português que decorreu na segunda-feira
Alunos de pelo menos duas escolas de Setúbal, uma pública e outra privada, informaram os seus professores que "tinham recebido em massa SMS" com a informação de que no exame de Português do 12.º ano "sairia o canto VI de Os Lusíadas", indicou ao PÚBLICO uma docente do ensino secundário que lecciona naquela cidade. [...] A mesma informação foi também recebida por estudantes de escolas de Guimarães, Fafe e Braga. Alunos ouvidos quarta-feira pelo PÚBLICO indicaram que a mensagem lhes chegou no fim-de-semana antes do exame.

Vítor Gaspar admite que défice orçamental está em risco de derrapar
O ministro das Finanças admitiu esta quinta-feira no Luxemburgo que o cumprimento da meta fixada para o défice orçamental deste ano poderá estar em risco devido às receitas fiscais inferiores ao previsto e à persistência da instabilidade na zona euro.

Duarte Lima terá recebido um milhão na compra de submarinos
O antigo deputado social-democrata Duarte Lima terá recebido, em 2002, cerca de um milhão de euros do contra-almirante Rogério d’Oliveira no âmbito do negócio da compra de dois submarinos pelo Governo português (PSD/CDS-PP) a uma empresa alemã, adianta o semanário Sol na edição desta sexta-feira.

Sindicato dos Jornalistas vai pedir à ERC reapreciação do “caso Relvas”
O PSD anunciou esta quinta-feira que vai votar contra o requerimento do PS para ouvir o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, no Parlamento depois de anunciada a deliberação da Entidade Reguladora para a Comunicação Social sobre o caso PÚBLICO. Para o PSD, a ERC foi “absolutamente esclarecedora”. O sindicato argumenta que “não foram esgotadas todas as possibilidades de averiguação e de esclarecimento das imputações feitas ao ministro”, afirmando que, a confirmarem-se, tornariam política e moralmente insustentável a manutenção de Miguel Relvas no Governo, e muito menos no [cargo] de ministro com a responsabilidade da área da Comunicação Social.”


Tudo isto e muito mais [e pior] in Público Online

quarta-feira, 11 de abril de 2012

O que seria de nós sem supervisão..?

Parlamento
Fumar no carro com crianças vai ser proibido
11.04.2012 - 16:21 Por João d´Espiney

O ministro da Saúde anunciou esta quarta-feira que o Governo vai avançar com a “restrição de fumar em ambientes fechados de modo mais abrangente, incluindo a proibição de fumar em veículos de transporte fechados quando transportem crianças”.



in Público Online


E chamar nomes aos outros automobilistas?
E não parar nas passadeiras?
E dizer hádes?
E dizer quaisqueres? Ou fizestes?
E cuspir para o chão?
E ouvir música demasiado alto?
E passar no Mcdrive?

segunda-feira, 26 de março de 2012

Quase tão útil como dizer que é preciso cumprir a Lei e lavar os dentinhos antes de ir para a cama todas as noites

Cavaco diz que se deve “saber bem tudo” o que aconteceu nos “distúrbios” no Chiado
26.03.2012 - 13:57 Por Lusa


O Presidente da República lamentou hoje “profundamente” que dois fotojornalistas tenham sido atingidos durante os “distúrbios” de quinta-feira no Chiado, sublinhando ser importante que se “saiba bem tudo aquilo que aconteceu”.




in Público Online

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Não é só por cá #2

Sensibilidade de Nora Berra comparada à de Maria Antonieta
Governante francesa aconselha sem-abrigo a “evitarem saídas” por causa do frio

08.02.2012 - 15:38 Por Hugo Torres

A vaga de frio que está a assolar a Europa levou a secretária de Estado francesa da Saúde a redigir, no passado fim-de-semana, alguns conselhos para os seus concidadãos. Mas o que deveria ser uma iniciativa salutar passou a ser motivo para ridicularizar a autora. É que Nora Berra sugeriu aos “mais vulneráveis”, incluindo os sem-abrigo, que evitassem sair de casa.


in Público Online

Não é só por cá #1

Ex-executivos do banco Panamericano sob suspeita de fraude de 1,8 mil milhões de euros
08.02.2012 - 16:44 Por PÚBLICO

A Polícia Federal brasileira concluiu uma investigação a antigos gestores executivos e altos quadros do banco Panamericano, sob suspeitas de fraude, crimes financeiros e branqueamento de capitais. Em causa estarão 4,3 mil milhões de reais (1,8 mil milhões de euros).


in Público Online

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Não mais "clientelismo partidário" [isso..]

Eduardo Catroga, Celeste Cardona, Paulo Teixeira Pinto, Rocha Vieira, Braga de Macedo e Ilídio Pinho são alguns dos nomes propostos à assembleia geral de acionistas para integrar o conselho geral de supervisão da EDP, segundo um comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários.


in Exame Expresso