Mostrar mensagens com a etiqueta in a bottle. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta in a bottle. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Boa vivência!



Mas em que sentido?

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Inability of mine

Can't seem to find the beauty in the break down.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Vive

Lembra-te de viver sem medos nem excessos. Lembra-te de viver sem prisões na cabeça ou no coração. Lembra-te de viver o detalhe. Lembra-te de viver o todo. Lembra-te de viver o ontem e o amanhã. Lembra-te de viver com risos mas também com lágrimas. Lembra-te de simplificar. Lembra-te de elaborar a substância. Lembra-te de pensar. E lembra-te de sentir.


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Life should/could/would be so much more.



 

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Escuta-me

Às vezes, no vazio que me dás, não consegues entender que me ensurdeces. E assim me calas.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Ouviste?

The first person who’s on your mind the moment you open your eyes after a long sleep is the reason of either your happiness or your pain.

domingo, 16 de dezembro de 2012


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Dizer e Sentir

significativo | adj.

significativo (latim significativus, -a, -um)
adj.

1. Indicativo, que mostra ou denota.
2. Que tem significado. = EXPRESSIVO, RELEVANTE ≠ INSIGNIFICANTE
3. [Matemática] Diz-se dos algarismos 1 a 9 que por si têm valor próprio (por oposição a zero que só tem valor relativo).


domingo, 21 de outubro de 2012

Onomatopeia

Mais uma viagem de carro, mais um regresso a casa. Outro de tantos. Lembro-me da calma que pairava no ar enquanto ripostávamos ideias acerca de pequenos nadas da vida, numa conversa amena, iluminada pelas luzes da cidade que se escondia atrás dos montes, naquela noite semi húmida. Fui para casa e tu também. Desejei-te boa noite e agradeci-te por mais um simples, e por isso mesmo puro, momento de felicidade, sem que, no entanto, tivesse usado estas mesmas palavras. Adormeci sabendo que pensavas em mim, como eu em ti.

A manhã chegou-me aos olhos sem o habitual zumbido que me trazia, sabe deus desde quando, o teu acordar. Estranhei, ponderando a remota hipótese de ter eu confundido a tua rotina naquela segunda-feira. Dei-te eu o meu acordar, com um sabor amargo na boca, esperando que este não me descesse ao coração. A manhã foi-se, a tarde entrou, a noite roubou-lhe o lugar. E o meu coração parou. A intuição nunca foi a preferida das minhas qualidades.

Morreste-me.

Lembro-me do dia, da hora, do local, do cheiro, do som, do sabor, da temperatura.

A vida continua como tudo continua, por grande que seja a dor. O tempo não parou um só segundo, nem com todos os meus pedidos. Até que me habituei à tua morte. Morreste-me e eu matei-te. Vezes sem conta até esquecer-me de te matar novamente. E é aí que sabemos, sem perceber, que matámos de vez.

Estava a tua existência esquecida na minha pessoa quando descobri que afinal vivias. Afinal respiravas. Senti-te o tal respirar e entraste-me nas veias. Coisa feia de se fazer depois de todo o trabalho que tive contigo. Mirei-te de longe, sem sequer te tocar, como fazemos a tudo o que é frágil e delicado. Apeteceu-me abanar-te, agitar-te por dentro e por fora, mas deixei-te pairar em meu redor enquanto te chamava todos os nomes que quis chamar quando morreste da primeira vez. Outra vez em silêncio, mas desta vez na tua cara. Não me importa que não os tenhas ouvido. Importa-me que saibas que me mataste ao fazer-me matar-te. E isso não se esquece. Nem se perdoa.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

To be happy.



Ask most people what they want out of life and the answer is simple - to be happy. Maybe it's this expectation though of wanting to be happy that just keeps us from ever getting there. Maybe the more we try to will ourselves to state's of bliss, the more confused we get - to the point where we don't recognize ourselves. Instead we just keep smiling - trying to be the happy people we wish we were. Until it eventually hits us, it's been there all along. Not in our dreams or our hopes but in the known, the comfortable, the familiar.

sábado, 30 de junho de 2012

fallen

apago la luz para verte mejor

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Segunda pessoa. Singular.



És o reflexo escondido no vidro que ninguém nota. O sol escondido entre as folhas das árvores. A frase escondida por debaixo dos murmúrios. O sentido escondido por trás das palavras vazias. O sorriso escondido nas gargalhadas. O silêncio escondido no ruído.

És tu. Mas nem todos o conseguem ver. Muito menos entender.

domingo, 27 de novembro de 2011

Susceptibilidades

A vida é feita de momentos inesquecíveis na banalidade dos dias. Disso e de sapos que temos de engolir.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A ponderar as particulares

Em limpezas gerais.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Suck it

..balas que resvalam na carapaça da minha indiferença.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Uma e outra coisa

Uma coisa é dizer que se aceita e tapar o sol com a peneira todos os dias; outra coisa é dizer que se aceita e viver tranquila e naturalmente bem com isso todos os dias.

domingo, 7 de agosto de 2011

Wishful thinking

Um dia vou ter tudo o que quero.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

P'ra vê se você olha p'ra mim

Armar um tabuleiro de palavras-souvenirs.
Apanhe e leve algumas palavras como souvenirs.
Faça você mesmo seu micro tabuleiro enquanto jogo linguístico.
Babilaque
Pop
Chinfra
Parangolé
Beatnick
Vietcong
Bolchevique
Technicolor
Biquini
Pagode
Axé
Mambo
Rádio
Cibernética
Celular
Automóvel
Buceta
Favela
Lisérgico
Maconha
Ninfeta
Megafone
Microfone
Clone
Sonar
Sputinik
Dada
Sagarana
Estéreo
Subdesenvolvimento
Existencialismo
Fórmica
Arroba
Antivirus
Motoserra
Mega
Sena
Cubofuturismo
Biopirataria
Dodecafônico
Polifônico
Naviloca
Polivox

domingo, 10 de julho de 2011

Eco

O problema não é não saber. É não querer saber.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Get it?