sexta-feira, 30 de agosto de 2013
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Modernices descabidas
Para quê gastar dinheiro em ginásios quando se pode fazer a lida doméstica com afinco?!
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Pensamento pré-laboral
Às vezes ponho-me a pensar se o ser humano será mesmo esse animal de rotinas de que falam, se precisará mesmo de horários rotineiros de sono e alimentação.. É que, se sim, estou completamente lixada!
segunda-feira, 25 de junho de 2012
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Quem falou em mofo?
Sabes que tens um problema quando a máquina da roupa não centrifuga e lá fora chove a cântaros.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Adeus oh vai-te embora!
Nunca antes como agora a simples ideia de uma máquina de lavar loiça me entusiasmou tanto.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
O problema desta casa é a umidadi
O meu aquecedor da casa-de-banho derrete com o calor que ele próprio produz. Tenho vontade de saber quem foi o génio que inventou, criou e lançou no mercado esta pérola só para poder enfiar-lhe dois pares de estalos bem dados. Isso ou devolver-lhe as peças derretidas, a ver se a criatura consegue vislumbrar mais algum magnífico e sobejamente útil aparelho doméstico. Ou então, pronto, comprar um aquecedor novo. Mas continuo mais inclinada para a hipótese das bofas bem dadas, aka estalos até mais não.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
As melhoras (mas sem pressas)
Sabes que tens uma casa mal isolada quando ouves o teu vizinho de baixo a assoar-se. Não fizesse ele tanto barulho quando está bom de saúde e até era miúda para lhe ir lá levar uma canjinha.
Mas pensando bem, já agora, assim comássim, deixá-lo estar doente por mais uns dias.. ele aguenta.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
On your marks..
Chegou o frio. Inicia-se então mais um penoso Inverno neste frigorífico a que têm a lata de chamar “casa”.
sábado, 10 de outubro de 2009
..cá estamos..
Ter vizinhos que entram no prédio às 5h da manhã a falar aos berros, chegam a casa e ligam a música alto e bom som para tocarem guitarra por cima dela e ainda a cantam nas suas bêbedas e desafinadas vozes pode chegar a ser dramático para pessoas com problemas de sono. Para essas e para muitas mais. Mas principalmente para essas.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Chega aí e pára!
A minha nova empregada de limpeza tira o pó dos móveis com o aspirador e usa o pano do pó para lavar a cozinha e a casa-de-banho. No dia em que começar a usar a minha esponja de banho para lavar a loiça despeço-a!
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Pelos cabelos
O mundo tecnológico e cientificamente evoluído trouxe-nos um problema complicado: o detalhe. E isso aplicado às tarefas domésticas corriqueiras veio tornar muito complicada a vida a todas nós, fadas do lar (ok, umas mais que outras, mas fadas do lar either way!).
Vejamos:
- Ah e tal preciso é preciso arroz para o jantar.
- Ah e tal deixa estar que eu vou comprar.
- Ah e tal mas ‘pera lá.. vais trazer de qual? Carolino? Agulha? Negro? Basmati? Integral? Arbóreo? Selvagem? Misturado? Aromatizado? Vaporizado? Em vácuo? Em pacote? Em saquetas?
Não é difícil perceber porque é que os níveis de stress andam altíssimos, pois não?
Mas depois há outras questões que nem todos podem delegar a terceiros para não terem com que se chatear. Os detergentes de limpeza, por exemplo. Ter algum tipo de detergente com que limpar o chão da casa implica definir se é para a casa de banho ou para a sala ou para a cozinha, se é para ser de acção forte ou mais suave, se é de secagem rápida ou se pode ficar molhado um bocadinho mais de tempo, se é para ter lixívia ou só as outras coisas todas que também devem matar germes mas não tantos ou não tão bem, se é para ter cheiro e que cheiro se vai querer (e aqui entra-se num outro mundo paralelo – os cheiros/sabores.. me-do).
O meu mais recente problema pessoal, eu, fada do lar assumidíssima-por-obrigação-mas-com-muito-orgulho-ou-talvez-não-tanto, prende-se com os champôs. Lembro-me de ser miúda e já então uma promissora fada do lar com uma paixão avassaladora (e estranha, vá) por compras no supermercado (mas quais lojas de roupa!), e alternar simplesmente na compra de ora champô para a caspa, ora champô para cabelos oleosos. *suspiro* Como a vida era simples nesses tempos.
Agora, posto definitivamente de parte o problema da caspa (todos nós usámos gel nos anos 80, ok?), procuro apenas o outro champô, aquele que de alguma forma que não domino qual mas também não me aborrece não saber, consegue fazer a minha cabeça aguentar-se algumas horas mais antes de parecer uma frigideira de batatas fritas ou, vá, nos dias bons (menos maus?), um cabelo molhado que custa a secar.
Isto seria simples se não fosse complicado. É que, vejamos, temos champôs para: cabelos frisados, cabelos lisos, cabelos curtos e espigados, cabelos encaracolados, cabelos rebeldes, cabelos pintados ou com madeixas, cabelos com mexas, cabelos com pontas espigadas, cabelos finos e frágeis, cabelos com tendência a estragados, cabelos debilitados, cabelos secos ou estragados, cabelos com caspa, cabelos normais, cabelos normais a secos, cabelos saudáveis, cabelos grisalhos, cabelos claros, cabelos loiros, cabelos com reflexos loiros,… é medonho.. a lista não acaba!
Começo a achar que qualquer dia preciso de uma assistente para me ajudar a escolher o champô. E enquanto o que eu quero não aparece nas prateleiras, acho que o melhor é ficar já de olho ali naquele para cabelos grisalhos..
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Calor mas não tanto
Gritar repetidamente “Tomás sai do frigorífico!” é estranho q.b.
Torna-se esquisito se se disser que o Tomás é um gato.
Pior fica se se imaginar a (recorrente) situação de eu o ter de agarrar e puxar para fora do dito frigorífico enquanto a criança se agarra a tudo o que pode para não ter de sair de lá.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Depois queixem-se do aquecimento global
Há uma criança dentro de cada pessoa. Umas mais presentes que outras; umas mais notadas que outras. As mais presentes criam as coisas de que as menos notadas usufruem discretamente. Falo, por exemplo, das peças da Lego que tantos e tantos pais compram dizendo que é para oferecer aos filhos quando, na verdade, o único “filho” que têm é o cão cuja única brincadeira que faz com as ditas peças é fazê-las desaparecer pela sua boca e, uns dias mais tarde, fazê-las reaparecer (já não pela boca, infelizmente). Ou, outro exemplo, esse gigante de vendas que é o Ikea, um caso de sucesso nos puzzles 3D em tamanho real. Devia fazer-se um estudo acerca do número absurdo de gente que compra coisas pelo simples prazer de as levar para casa e montar, quando muitas vezes nem sabem para que é que aquilo serve.
Outro exemplo perfeito disto, ainda que um pouco mais doentio, são os ecopontos. Mas a estes, como talvez tenha ficado subentendido pelo uso da palavra “doentio”, já não acho tanta piada. É que por mais versões que se inventem do dito contentor, os senhores que os desenham (esses monstros do design de equipamento!) continuam a divertir-se com as figuras que o comum mortal, ambientalmente consciente, faz para conseguir enfiar naqueles minúsculos buracos de formas altamente despropositadas o lixo separado. Sinto-me uma criancinha a brincar com aqueles cubos ocos com formas abertas em cada face onde só entra a peça certa. O problema é que quem tem altura para chegar à boca do ecoponto já não pode ser assim tão criancinha como as que brincam com esses cubos e, falando por mim, quando vou deitar fora o lixo no ecoponto não estou propriamente com vontade de brincar com o lixo mas sim com vontade de deitar fora essa porcaria de lixo que andei uma semana a separar e guardar para ajudar a salvar o ambiente e não ser mais estúpida que o Gervásio!
segunda-feira, 6 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Pur-ma-nores
Senhora da Limpeza altamente desesperada: - Isto aqui é uma complicação! ... Não há aqui um parque de estacionamento perto?
Dona de casa quase desesperada: - Há, ali naquela rua que tem uma Igreja no alto, ali daquele lado [aponta para um lado], está a ver?
Senhora da Limpeza altamente desesperada: - Ah! Aquela Igreja que tem sempre polícia à porta, ali daquele lado [aponta para outro lado]?
Dona de casa quase desesperada: - Err.. não. Isso é a Assembleia da República.
terça-feira, 24 de abril de 2007
E quem diz papel higiénico, diz pasta de dentes..
Onde quer que se viva, com quem quer que se viva, há uma discussão mais velha que o tempo, mais eterna que os deuses, e que invariavelmente começa com a pergunta/provocação:
- "Quem é que acabou o rolo de papel higiénico e não substituiu o velho por um novo?!"
terça-feira, 17 de abril de 2007
Desníveis
O chão de minha casa descai ligeiramente para Oeste. Isto não seria problemático não fosse a cadeira da secretária ter rodas.
quarta-feira, 11 de abril de 2007
Isto também vos acontece?!
De cada vez que vou tirar a roupa da corda (sim, eu faço isso!) deparo-me com, no mínimo, duas ou três joaninhas em cada peça (seja ela de que tamanho for), algumas vezes em pleno acto sexual. Não tenho baratas, não tenho ratos, não tenho moscas. Tenho joaninhas!
sexta-feira, 30 de março de 2007
Serviço público gratuito
Afinal não é só com o lavar o carro. Há também uma relação cósmica entre o eu estender a roupa na corda e o começar a chover instantaneamente.
Serviços de Limpeza Municipal deste país, proprietários de carros sujos e empoeirados deste país, agricultores deste país, crianças que gostam de brincar nas poças deste país, ponham os olhos em mim!






