segunda-feira, 28 de agosto de 2006

Melhor momento “quase que foi” Sudo 2006 (versão I)

[uma rapariga (que não conheço de lado algum e acabei de inventar), embriagada e na companhia de um jovem que acaba de conhecer, conduz um carro que não é dela. Alguns metros à frente é mandada parar pela Brigada de Trânsito, numa qualquer estrada secundária de Portugal]

Agente da Autoridade – Boa noite minha senhora. Os seus documentos por favor.
Rapariga (que não conheço de lado algum e acabei de inventar) – Não tenho!
AA – Os documentos da viatura, por favor.
R (qncdlaeadi) – Não há!
AA – Quem é o proprietário da viatura?
R (qncdlaeadi) – Não faço a mínima!
AA – Quem é o senhor que a acompanha?
R (qncdlaeadi) – Não conheço!
AA – Para onde se dirigem?
R (qncdlaeadi) – Não faço ideia!
AA – Queira sair da viatura se faz favor.
R (qncdlaeadi) – Não consigo!

2 inputs:

Anónimo disse...

Andas com uma imaginação, vai lá vai!!!!
Quem é que se lembraria de uma história dessas, só tu mesmo!!!
Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência. Ou isso ou dás-te com gente muito louca...

Ass. R(qncdlaeadi)

pitseleh disse...

Digamos q as pessoas q conheço me fornecem o potencial p dp ter estes devaneios.. Mas achei giro teres o mm nome da tal pessoa q n conheço e q inventei p a história.. há cada coincidência.. :P