Queria que me visses como sou. Que percebesses que isto é para ti. Que me lesses, mas não somente nas palavras. Queria fazer-te entender que sermos diferentes não tem de nos afastar. Que sou assim graças a ti. Que todas as minhas queixas são compensadas quando te vejo o brilho nos olhos de te ter conseguido orgulhar. Queria partilhar contigo o que me é especial para entenderes que ser diferente não é estranho como pensas. Queria que me visses como sou. E que gostasses disso.
Quem Tem Medo de Virginia Woolf?, 1966
Há 4 horas







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