segunda-feira, 9 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Gajas pá
Não é preciso ser mãe nem ter um acidente gravíssimo para conhecer o nosso limite de tolerância à dor. Basta fazer a depilação.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Mas isto sou eu que não tenho nada em que pensar..
A Catarina Furtado nos "Príncipes do nada" lembra-me aquele mítico dia em que a nossa Lili foi dar roupa aos “ciganitos” e lhes levou umas tigresse fantásticas do Lagarfeld!
Para sempre, mesmo..
(latim perpetuo, -are, fazer sem interrupção, perpetuar)
v. tr. e pron.
1. Tornar(-se) perpétuo ou perdurável.
2. Dar ou obter fama duradoura. = ETERNIZAR, IMORTALIZAR
3. Dar ou ter sucessão por muito tempo.
domingo, 1 de abril de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
Ponto. Final. Parágrafo.
turn down the lights, turn down the bed, turn down these voices inside my head. lay down with me, tell me no lies, just hold me close, don't patronize me.. don't patronize me.
'cuz I can't make you love me if you don't, you can't make your heart feel something it won't. here in the dark, in these final hours, I will lay down my heart and I'll feel the power. but you don't, no, you don't, 'cuz I can't make you love me if you don't.
I'll close my eyes then I won't see the love you don't feel when you're holding me. morning will come and I'll do what's right, just give me till then to give up this fight.
and I will give up this fight.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Quase tão útil como dizer que é preciso cumprir a Lei e lavar os dentinhos antes de ir para a cama todas as noites
Cavaco diz que se deve “saber bem tudo” o que aconteceu nos “distúrbios” no Chiado
26.03.2012 - 13:57 Por Lusa
O Presidente da República lamentou hoje “profundamente” que dois fotojornalistas tenham sido atingidos durante os “distúrbios” de quinta-feira no Chiado, sublinhando ser importante que se “saiba bem tudo aquilo que aconteceu”.
in Público Online
domingo, 25 de março de 2012
sábado, 24 de março de 2012
Simplesmente
No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebés. O primeiro pergunta ao outro:
Tu acreditas na vida após o nascimento?
Certamente que sim. Algo tem de haver depois de nascermos! Talvez estejamos aqui, principalmente, porque precisamos de nos preparar para o que seremos mais tarde.
Tolice, não há vida após o nascimento. E se houvesse como seria ela? ...
Eu cá não sei, mas certamente haverá mais luz lá do que aqui... Talvez caminhemos com os nossos próprios pés e comamos com a boca.
Isso é absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca é totalmente ridículo! O cordão umbilical alimenta-nos. Estou convencido de que a vida após o nascimento não existe, pois o cordão umbilical é muito curto!
Olha, eu penso de outro modo. Penso que há algo depois do nascimento, talvez um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui...
Mas nunca ninguém voltou de lá, para nos falar sobre isso!? O parto é o fim da vida. E a vida, afinal, nada mais é do que a angústia prolongada na escuridão.
Bem, eu não sei exactamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamã e ela cuidará de nós.
Mamã? Tu acreditas na mamã? E onde está ela?
Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela é que nós vivemos. Sem ela nada disto existiria!
Eu não acredito. Nunca vi nenhuma mamã, pelo que não existe mamã nenhuma!
Eu acredito. E sabes porquê? Porque às vezes, quando estamos em silêncio, ouço-a cantar e sinto como ela afaga o nosso mundo. E também penso que a nossa vida só será "real"depois de termos nascido. Nesse momento tomará nova dimensão. Aqui, onde estamos agora, apenas estamos a preparar-nos para essa outra vida...
Paulo Simões














