sexta-feira, 14 de outubro de 2011

À espreita

O mais curioso é não saber se já te encontrei ou se continuo à tua procura.

Milestone

Acordei com o sentimento claro de que seria mais um dia normal. O anterior, como muitos outros, não tinha tido vislumbre de extraordinário, pelo que, na minha (já) clássica metodologia de baixar a fasquia rente ao chão onde até tropeçar é difícil, não julguei que neste tivesse momentos para grande memória futura.

O automatismo das coisas combinadas não trouxe qualquer sobressalto, à excepção daquele engano no caminho, na verdade já esperado, pelo que nem isso surpreendeu.

Ao almoço, um ramo de flores e um sorriso que, sem mais nada, me encheram o dia. Há coisas simples, de facto, e é certeza cada vez mais absoluta que o mais simples provém unicamente do verdadeiro amor. Qualquer forma de amor, desde que o verdadeiro.

Um perfeito arroz de tomate e várias folhas assinadas depois, e estava cumprida a missão do dia. Seguiram-se explicações, trocas, pagamentos, sorrisos e algum cheiro a borracha queimada.

Pela noite, o jantar que não era para ser foi e foi o melhor de sempre. Ainda bem. Tudo acontece por um motivo e o não acontecer também é um acontecimento. Um serão de alguns martinis e muita conversa fiada a mostrar o que mais quero mudar em mim e tenho material para rir, chorar, pensar, concluir, aprender e, acima de tudo, viver.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Linhas ténues

Já que colocam fotos de gente morta nos maços de cigarros, porque não colocar também de gente obesa em pacotes de batatas fritas, de animais torturados nos cosméticos, de acidentes de trânsito nas garrafas e latas de bebidas alcoólicas, de gente sem tecto nas contas de água e luz, e de políticos corruptos nas guias de pagamento de impostos?

sábado, 8 de outubro de 2011

Glee [me]



Quando sobes a fasquia

O truque é nunca a baixar [muito menos deixá-la cair].

receita semanal #157

poupa-te.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Cada um é para o que nasce

Serei só eu a arrepiar-me ao ver o (meu querido) Paulo Bento a dizer ao Sr. António que tem de mudar para a TDT naquele ambiente altamente natural e espontâneo?

No jardim, as plantas murcham como de costume

Baixa do Funchal
“Ditador”, “fascistas” e “palhaços” num tenso fim de campanha na Madeira
07.10.2011 - 15:29 Por Luciano Alvarez

Era para ser mais uma inauguração de Jardim enquanto presidente do Governo Regional da Madeira. Acabou em três comícios, alguma confusão, ofensas mútuas, pontapés e uma trabalheira para a polícia. O último dia da campanha madeirense começou de forma agitada.


in Público Online

Baque

Dava tudo para poder viver outra vez.

domingo, 2 de outubro de 2011

receita semanal #156

vai de férias.

domingo, 25 de setembro de 2011

receita semanal #155

faz de turista na tua cidade.

sábado, 24 de setembro de 2011

Estupidamente

Acho o máximo saber o meu NIB de cor.

Assoberbada

Há certos alinhamentos planetários que não deviam acontecer.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Arrebenta a bolha

O único problema de uma folga grande é que nunca é grande o suficiente.

domingo, 18 de setembro de 2011

receita semanal #154

inscreve-te no trocacasa.com

sábado, 17 de setembro de 2011

Iridoide para as pisaduras

A essência humana surpreende-me frequentemente. Não sei para que lado pesa mais a balança porque teimo numa amnésia selectiva por forma a olvidar o menos relevante. E talvez aí acabe por apagar o mais relevante, sabendo-o.

Mas importa-me mais recordar o lado bom de tudo o que me vai passando pelos dedos, pelos olhos, pelo coração. Rancores e mágoas fazem-nos perder tempo com arrependimentos. Prefiro perdê-lo ganhando-o a reviver em memória o que me dá prazer.

Perco-me muitas (talvez demasiadas) vezes em sonhos acordados do que quero que seja. Projecto o desejo, consciente de que ao fazê-lo lhe retiro ainda mais às já escassas probabilidades de o mesmo se tornar realidade. Tenho a mania que sei pensar, é isso.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

balls needed

arriscar
v. tr.
1. Pôr em risco.
2. Aventurar.
v. pron.
3. Sujeitar-se a risco ou perigo.
4. Aventurar-se.

Eu que nem sou destas coisas..

Um copo de vinho e um queijo cortado em cubos podem fazer toda a diferença num dia mau. E num dia bom também.

Mini ou mega?

Não tenho o tempo, a paciência ou a vontade de dizer o que penso. Mas tenho o tempo, a paciência e a vontade de o pensar e isso, por si só, faz toda a diferença. O problema é que, invariavelmente, segue-se um meltdown.

domingo, 11 de setembro de 2011

Um magnífico elefante