segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
E o Gervais é que foi despedido?
domingo, 27 de fevereiro de 2011
trivia #9
Porque é que os lisboetas são alfacinhas?
Das várias explicações existentes, algumas coincidem dizendo que na região de Lisboa a alface, palavra de origem árabe, era uma planta que crescia abundantemente durante o período muçulmano. A explicação para a alcunha pode vir do facto de este ter sido o principal alimento disponível aos habitantes da cidade durante o cerco muçulmano.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Com ou sem peixinhos?

20 de Janeiro a 18 de Fevereiro
Os nativos deste signo são pessoas generosas e sensíveis. Possuem um elevado sentido de independência com natural tendência para o mando. Detestam questões e dificilmente se submetem a vontades alheias. São no entanto sociáveis, respeitando a personalidade dos outros. São dedicados nas suas amizades, que nem sempre lhes são retribuídas na mesma medida. No amor, ou são sentimentais em extremos ou frios e indiferentes, mas sempre sinceros, pois amam a verdade acima de tudo, não tolerando meios termos.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Eu gosto muito da língua de Camões
Um palíndromo é um verso, palavra ou grupo de palavras em que o sentido é o mesmo, quer se leia da esquerda para a direita quer da direita para a esquerda (ex.: osso, radar, amor a roma).
Porque há gente para tudo no mundo, há quem pense nestas coisas e até o compile. Aqui ficam alguns exemplos:
SOCORRAM-ME, SUBI NO ONIBUS EM MARROCOS
ANOTARAM A DATA DA MARATONA
ASSIM A AIA IA A MISSA
A DIVA EM ARGEL ALEGRA-ME A VIDA
A DROGA DA GORDA
A MALA NADA NA LAMA
A TORRE DA DERROTA
LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: ANIL É COR AZUL
O CÉU SUECO
O GALO AMA O LAGO
O LOBO AMA O BOLO
O ROMANO ACATA AMORES A DAMAS AMADAS E ROMA ATACA O NAMORO
RIR, O BREVE VERBO RIR
A CARA RAJADA DA JARARACA
SAIRAM O TIO E OITO MARIAS
ZÉ DE LIMA RUA LAURA MIL E DEZ
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Super (super) avozinha ou o assalto que nunca o foi
Muitas, diversas e distintas coisas se me apraz dizer acerca deste acontecimento.
Em primeiro lugar, notar a imensa bananice [não encontrei melhor palavra, embora, em verdade, esta junção de letras não seja oficialmente uma palavra] deste gang de seis aves raras cuja vida só pode ser uma pasmaceira para nenhum dos seis ter melhor coisa que fazer do que ir assaltar uma ourivesaria (que é feito do beber “jolas” no pub ao lado de casa?)
Em segundo lugar, notar a extraordinária… como dizer? bananice [para não-palavra até é muito jeitosinha!] daquelas três aves raras que nem um risco devem ter feito nas montras das lojas (será que eles fizeram selecção entre os seis para quais os três melhores a partir vidros ou aquilo foi à sorte e há ali um ou outro pé frio?).
Depois, realçar a magnífica bananice [de facto serve para tudo] das outras três aves raras, a postos para uma fuga deveras mal estudada e ainda assim incapazes de lá irem dar uma mãozinha para partir a bodega do vidro (uma racha que fosse!).
Referir também a sublime bananice [é que gostei mesmo!] de cometer um assalto com uma vespa novinha e a brilhar, pondo-lhe a cereja no topo do bolo ao conseguir ser o único banana a deixar cair a mota no chão ao tentar fugir (os teus paizinhos devem ficar muito contentes por terem de a ficar a pagar enquanto tu comes e dormes à conta lá na prisão do sítio).
Destacar ainda a triste bananice [e fica bem com qualquer adjectivo!] de nenhuma daquelas seis (seis!) aves raras ter tido a ideia de planear melhor o pseudo-assalto (aquilo mesmo que corresse bem ia correr mal). Imagino os seis juntos algures no tempo e provavelmente num pub e um a dizer qualquer coisa como “olha, man (que eles são ingleses), agarramos nuns martemos e tal e vamos partir as montras de uma ourivesaria boa, mas assim daquelas grandes, internacionais, e levamos as motas para termos os capacetes a tapar a cara e fugirmos depressa sem termos de estacionar e depois vamos comer fish ‘n chips?”. E alguém, no meio das restantes provas vivas da inépcia cerebral, terá dito “Lets!” (que é “bora” em british, que eles são muito educados e não usam coisas como “right on dude” como os parvos dos americanos).
Apontar ainda nesta esplendorosa bananice [se a usarmos vezes suficientes acho que se torna mesmo uma palavra!] o facto de, não bastando não terem feito um risquinho que fosse na montra da loja, terem levado uma coça da avó de um qualquer conhecido deles (aquilo é uma ilha, todos se conhecem!) e terem sido apanhados em flagrante pela população e polícia, ainda tiveram o azar de haver um paspalho que se deu ao trabalho de gravar tudo em vídeo (mas ir lá pará-los ou ajudar a avozinha ‘tá quieto, né?) e espalhar a vergonha por todo o mundo. Estou a adivinhar uns primeiros tempos na prisão cheios de gargalhadas (e mais uma ou outra coisa que não vale a pena descrever).
Por fim, indagar se alguém saberá onde se vendem malas daquelas (ou velhotas, se houver o pacote com tudo incluído) porque quero andar sempre com uma.. Mas qual gás pimenta!..
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Rice, Damien
Estava adormecida a minha paixão por ele, mas um dia de sofá faz muito pelos esquecimentos. Prevejo uns próximos dias bastante melancólico-introspectivos.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
[saudosismos]
[Quando, já pronta, descia do quarto para a cozinha, já o pequeno-almoço ia adiantado. Ainda assim, agora já menos mimosa e ensonada, tentava sempre ajudar a fazer alguma coisa. Enquanto isto, embora sempre atrasado, andava o pai na sua demorada rotina matinal. A janela da cozinha era a moldura para a primeira imagem do dia. O céu desenhava-se naquela janela e a lareira na sala deixava adivinhar a força do vento. A viagem até à escola era de carro, não tanto pela distância mas mais pelo frio. A verdade é que sempre adorei fazer aquele caminho a pé.
A chegada à escola era invariavelmente marcada por um forte arrepio. Daqueles que gelam até ao osso porque não há roupa que o trave. Entrava pela estreita porta que dava para o pátio. Era o maior dos três. Vestido com algumas pedras de calçada e pontuado com escassas árvores. Os muros que o delineavam não me prendiam, apenas faziam, nos meus olhos, a moldura branca imaculada, perfeita!, para o céu que nos cobria. Era para lá que olhava inúmeras vezes ao longo de todo o dia.
Tínhamos uma sala grande, com chão de tacos de madeira e umas janelas gigantes quase a roçar o tecto altíssimo. Dois quadros de ardósia, um de cada lado da porta, e uma secretária de madeira, possante, para a Senhora Professora (assim, com maiúsculas), sentada à nossa direita. Os lugares respeitavam a inescrita regra de organização de uma turma: bons alunos nas mesas mais próximas do quadro, melhores amigos lado a lado, maus alunos e distraídos nas mesas mais escondidas ou afastadas da secretária do professor. A excepção só era criada quando, por algum motivo sempre superior e inquestionável, a Senhora Professora ordenava que alguém trocasse de lugar.]
Juro
Há dias em que quero genuinamente espancar com imensa violência o gajo que anda a escrever as músicas e letras dos anúncios do Pingo Doce.













