Queridas crianças,
O Pai Natal é a mamã e o papá.
Com amor,
Wikileaks
Parabéns a quem se lembrou disto e obrigada a quem o divulgou.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
A melhor mensagem de Natal ever!
Em análise
Uma mente brilhante a ler com a devida atenção a história do Noé e a sua arca. O sotaque british é só um miminho adicional.
domingo, 26 de dezembro de 2010
receita semanal #118
arranja papel e algo que escreva. procura um local calmo onde possas ficar em paz. escreve tudo o que desejas para este ano que agora começa. guarda a carta em local seguro para a poderes reler daqui a 365 dias.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Se dúvidas há
grama
(grego grámma, -atos, o que é desenhado, carácter, letra)
s. m. (isto quer dizer substantivo MASCULINO)
Fís. Unidade de medida de massa (símbolo: g) equivalente à milésima parte do quilograma.
(O grama representa sensivelmente a massa de um centímetro cúbico de água pura a 4°C.)
As pistas aqui são "substantivo masculino" e a parte onde se escreve "O grama". Estamos entendidos?
Gotta love Homer
Does whatever a spiderpig does.
Can he swing from a web?
No, he can't,
he's a pig!
Look out, he is the spiderpig!
domingo, 19 de dezembro de 2010
receita semanal #117
faz tu as prendas de natal que vais oferecer. se não puderes/conseguires, embrulha-as de forma original.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Dilema natalício
Comprei um (de muitos) livro para oferecer no Natal. Assim que o abri para o ver e cheirar encontrei-lhe um erro ortográfico.
E agora?
Parabéns a você
Lisboa
O bairro mais trendy de Portugal faz anos hoje
15.12.2010 - 12:22 Por Victor Ferreira
Faz hoje 497 anos que nasceu aquilo que hoje é o Bairro Alto, em Lisboa. A associação de comerciantes propôs assinalar a data e organizou, com as juntas de freguesia e a câmara municipal, um inédito programa de aniversário.
Há razões para isso? O Bairro Alto é um somatório de "acontecimentos curiosos e histórias interessantes, que merecem ser lembrados", diz José Sarmento de Matos, investigador e divulgador da história de Lisboa. "É evidente que é um bairro com problemas, como em todo o lado", acrescenta, mas esses devem ser a preocupação para o futuro, defende a presidente da Junta da Encarnação, Alexandra Figueira, eleita pelo PS. A autarca tem os problemas do Bairro Alto na ponta da língua, mas refere que a iniciativa de hoje destina-se a "salientar o aspecto cultural do Bairro Alto, que não se resume aos bares, às festas, à moda".
E que problemas são esses? Tem casas vazias e a necessitar de obras, tem ruas barulhentas à noite e sujas de manhã, tem "dificuldade em fixar uma população sempre flutuante", salienta Alexandra Figueira.
Lotes pagos com galinhas
Nisso, o actual Bairro Alto tem algo em comum com a Vila Nova de Andrade, o bairro que ali começou a ser concebido a 15 de Dezembro de 1513, dia em que uma família rica de origem galega, os Andrade, obtiveram autorização para um loteamento privado junto à muralha de Lisboa.
Seria o primeiro bairro feito do lado de fora da muralha e rapidamente se tornou o primeiro "bairro integrado", assinala Sarmento de Matos, referindo-se à diversidade social que ali se fixou, num tempo em que Lisboa fervilhava. A aristocracia, o clero, mas também o povo, com os seus marinheiros e outros trabalhadores, aproveitaram a oferta de casas, que era escassa numa cidade cuja população duplicaria num ápice. um lote de terreno na primeira rua aberta no bairro, a Rua do Norte, é vendido por "800 réis mais quatro ga- linhas", garante Dejanirah Couto, no livro História de Lisboa (Gótica, 2008, 11.ª edição)
Quase cinco séculos depois, o que lá se vê é o bairro mais trendy (na moda) de Portugal. A ser assim, a fasquia está elevada. E sabe-se que o Bairro Alto gosta é de altos e baixos, que foi por onde andou de facto, muitos anos, com o rótulo de zona "de má fama", conta Sarmento de Matos. "Nem toda a gente ia lá. Havia prostituição, era uma zona insegura", acrescenta.
Hoje, o Bairro Alto "não é inseguro, é desordenado", garante Alexandra Figueira. "Precisa de cumprir ser orde- nado, de cumprir as regras de trânsito, de licenciamento comercial e residencial e algum acompanhamento policial. Mas precisa sobretudo de ter ocupantes sensibilizados para a cultura, e por isso aderimos de imediato a este programa de aniversário", acrescenta a autarca do PS, que admite, porém, haver feridas que precisam de ser tratadas. "Se nada for feito no combate aos problemas, voltaremos a ter um Bairro Alto com má fama", adverte. Defende que a sobrevivência passa por manter as casas de fado, os "bons restaurantes", as "lojas alternativas", as galerias, e arranjar mais moradores.
Bom para fugir à peste
As décadas de 1970 e 1980 foram tempos de reviravolta. Dois projectos de Manuel Reis, a abertura do Frágil e da loja da Atalaia foram decisivos para mudar o ambiente psicológico do Bairro Alto, salienta Sarmento de Matos. A imagem volta a ser positiva, como no início, quando a zona era desejada por ter "bom ar", o que ajudava os moradores a fugirem à peste. Noutros tempos doentios, os da censura do Estado Novo, tornou-se num bairro de jornais, que ali se instalaram em catadupa. Os jornais foram saindo ou morreram. O Bairro Alto sobrevive, nos dias bons em clima de festa.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
The end
Chegou ao fim. Catorze anos, 170 bonecos. Terminou quinta-feira o Contra-Informação, o único programa de sátira política da televisão em Portugal. Para o desfecho uma história de amor com final feliz: José e Aníbal.
A partir de agora, só AQUI
domingo, 12 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
POR FAVOR!!
Alguém que ponha no youtube a parte da repotagem da Sic em que aparecem as duas bichas ciganas a falar do ultrage que foi terem sido retidas (as bichas) pela polícia, na rusga no Martim Moniz, por estas (as bichas.. ciganas) não terem identificação consigo.
O que eu me ri..
[bichas ciganas..!! Onde é que este mundo vai parar??]
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Que nem posso
ansiedade
s. f.
1. Comoção aflitiva do espírito que receia que uma coisa suceda ou não.
2. Sofrimento de quem espera o que é certo vir; impaciência.
Descansemos, que somos um país de gente honesta
Só houve 50 condenados a prisão efectiva por corrupção numa década
09.12.2010 - 07:40 Por António Arnaldo Mesquita, Mariana Oliveira
Na última década foram aplicadas 50 penas de prisão efectiva aos 549 condenados por crimes de corrupção nos tribunais de primeira instância. Os dados do Ministério da Justiça, que se reportam a 2000-2009, não permitem perceber se os arguidos chegaram a cumprir alguma pena, já que normalmente recorrem para os tribunais superiores que, por vezes, alteram a decisão. Mas permitem concluir que a grande maioria das condenações é de pena suspensa.
in Público Online
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
..and i quote #34
I stand upon my desk to remind myself that we must constantly look at things in a different way.
John Keating, Dead poets society






